sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Construindo a Nação Humana Universal Agora

A cúpula dos prêmios nobel da paz e Silo:

«Por um mundo não-violento»

Pressenza Berlim, 11-11-2009
Ariane Weinberger
Depois das cerimônias da queda do muro, na Cúpula dos Nobel da Paz, o convidado de honra Silo, fundador do Humanismo Universalista, 40 anos depois de seu primeiro discurso público, está convencido da possibilidade de construir a Nação Humana Universal fundada sobre uma cultura de não-violência ativa, uma nova sensibilidade traduzida em ações sociais exemplares.
Silo discursa na Cúpula dos Prêmios Nobel da Paz




Depois das cerimônias dos 20 anos da queda do muro, a 10ª Cúpula dos Nobel da Paz teve como convidado de honra Silo, fundador do Humanismo Universalista e inspirador da Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência. Passados 40 anos de seu primeiro discurso público, ele está convencido da possibilidade de construir a Nação Humana Universal fundada sobre uma cultura de não violência ativa.

Silo recordou que o mundo atual está ameaçado pela alta probabilidade de conflitos e acidentes nucleares, pela armamentismo e pela violenta ocupação militar de territórios. Denunciou os interesses e a irresponsabilidade dos grandes poderes, assim como a loucura assassina de grupos violentos. Por outro lado, insistiu na necessidade de despertar uma consciência global pela paz e pelo desarmamento e sobre a urgência de instalar uma sensibilidade nova, uma verdadeira “repulsão” contra todo tipo de violência, não somente física, mas também econômica, racial, psicológica, religiosa e de gênero; sensibilidade que terá que se traduzir em ações sociais exemplares. E citou algumas destas ações. A mais recente, ocorrida na República Tcheca contra o escudo espacial estadunidense. Depois de um ano de luta, foi obtida a postergação da assinatura do tratado e depois a sua suspensão definitiva, após a investida de Obama.

Ao receber de Mairead Corrigan Maguire a “Carta Para um Mundo sem Violência”, redigida pelos laureados com o Prêmio Nobel da Paz, Silo se comprometeu, em nome do Movimento Humanista e de seus organismos, dos quais é impulsionador, a ser seu embaixador e dar a esta carta uma máxima divulgação, através da campanha atual: a Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência, que desde e dia 2 de outubro percorre uma centena de países nos 6 continentes durante 3 meses e que já mostra sinais de uma mobilização social sem precedentes. Silo detalhou: “Somente este tipo de ação social exemplar tem a capacidade de sepultar as estruturas sociais atuais e produzir uma mudança radical em nosso mundo” e agregou que “a verdadeira força impulsionadora nasce do ato simples daquele que adere conscientemente a uma causa digna e a compartilha compartilha com outros “.

Leia o discurso completo de Silo e sua biografia
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Este artigo em Pressenza International Press Agency

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The Nobel Peace Laureates Summit and Silo: For a non-violent world

Thursday, November 12, 2009 02:01:27 PM, Ariane Weinberger & amp; ummid.com


Berlin: Silo, the founder of Universalist Humanism and the inspiration behind the World March for Peace and Nonviolence, today addressed the 10th Summit of Nobel Peace Laureates, which was held in Berlin in commemoration of the 20th anniversary of the fall of the wall.


Silo‘s talk, “The Meaning of Peace and Nonviolence in the Present Moment,” spoke to the possibility of constructing a Universal Human Nation founded upon a culture of active nonviolence.

He was introduced by Mairead Corrigan Maguire, who received the Nobel Peace Prize in 1976 for her mediation work between Protestants and Catholics in Northern Ireland.

Silo described the present situation in the world as “extremely complex,” characterized by a growing nuclear threat, a resurgent arms race, widespread poverty and the clash of cultures, and a crisis of the international financial system.

In his view, these are not isolated crises, however, “but rather a picture that reveals the global failure of a system whose method of action is violence and whose central value is money.”

In particular, Silo denounced the irresponsible interests of the world’s nuclear powers and the madness of violent groups with possible access to nuclear weapons, which have put the entire planet at risk of an accident or confrontation of disastrous proportions.

The way out of this crisis, he insisted, is to create global awareness of peace and disarmament. “But it is also necessary,” he went on, “to awaken a consciousness of Active Nonviolence that allows us to reject not only physical violence, but all forms of economic, racial, psychological, and gender violence.”

Here he cited the importance of exemplary social actions that permit broad participation, illustrated by the World March for Peace and Nonviolence, an unprecedented social mobilization that was initiated on October 2nd and is involving one million people in 100 countries on 6 continents.

“For the first time in history an event of this magnitude has been put in motion by the participants themselves,” Silo said. “The true strength of this impulse is born in the simple act of one who, out of conscience, joins a dignified cause and shares it with others.”

"A march is crossing the world. The March for Peace and Nonviolence. It is as the founder of Universalist Humanism and the inspiration behind the World March that I would like to speak briefly to the forum. The March has galvanized numerous initiatives and activities, such as the symbolic journey of a team of enthusiasts who, having begun on October 2nd in Wellington, New Zealand, are traveling for three months through a number of countries until the conclusion on January 2nd, 2010 at the foot of Mount Aconcagua in Punta de Vacas, midway between Argentina and Chile", he said.

"The March was launched at the Symposium of the World Center of Humanist Studies, at the Park of Study and Reflection in Punta de Vacas on the 15th of November 2008, one year ago, with the clear intention of creating awareness of the dangerous global situation in which we are living, which is marked by, an increased probability of nuclear conflict, by the arms race, and by violent territorial military occupations", he added.


Silo was joined on the stage by Rafael de la Rubia, spokesperson for the World March, and together they were presented with the Summit’s own “Charter for a World Without Violence” by Corrigan Maguire. Silo promised, in the name of the Humanist Movement and its affiliated organizations, to be emissaries for the Charter and to disseminate it widely through the World March, urging world leaders to adhere to its proposals of nonviolence.

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