segunda-feira, 11 de abril de 2011

Flores decepadas

A espiral de violência atinge a nova geraçao. Já passa da hora de implantar a não-violência como modo de vida.

O massacre de Realengo, Rio, cria um precedente preocupante. Durkheim ensina que fatores sociais regem 'comportamentos individuais'.

A militarização da sociedade falhou. Presidente, Governador, Prefeito e parlamentares nos devem programas efetivos de prevenção à violência. Triste sociedade que apenas lamenta tragédias e massacres, mas ignora sua raiz. Necessita, , adotar a não-violência como modo de vida.

  Psicose (loucura) e violência são dois problemas distintos, não equivalentes. Portanto, as análises 'oficiais' são parciais. Até mesmo pessoas leigas mas de bom senso e bem informadas conseguem deduzir isto. As análises feitas até agora são tendenciosas, porque ignoram esta simples dedução: doença mental nunca foi sinônimo de violência.

A psicóloga Luanda Lima analisa: "Até agora não assisti nenhum perfil traçado seriamente por profissional da área de Psicologia. A imprensa está sendo imprudente ao traçar associações entre supostos comportamentos e o crime. Coitados dos tímidos e introvertidos!".

O "psicótico" pode "se vingar", a esmo, da sociedade psicótica. A conversão da 'psicose social' resultaria na prevenção da "psicose". Entretanto, numa sociedade não-violenta, os "psicóticos" não seriam violentos; apenas 'pessoas problemáticas', pois o modelo do ser humano é social.

A sociedade e o indivíduo precisam criar consciência de que, além da violência física, existem muitas outras formas de violência.

É necessário fazermos "cair a ficha" de que uma sociedade não-violenta não é utopia, é necessidade. Trabalhemos, então, para atingi-la.

Lincoln Sobral

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Imagem: Shutterstock

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